Coronavírus: mortes no Brasil passam de 1,3 mil; casos confirmados são mais de 23 mil

O Ministério da Saúde divulgou nesta segunda-feira (13/04) que o número de mortos pelo novo coronavírus no país chegou a 1.328, e o total de casos da doença, a 23.430.

EPA

A taxa de letalidade no Brasil está em 5,7% (número de óbitos por casos confirmados).

Em número de casos confirmados, continuam liderando os Estados de São Paulo (8.895), Rio de Janeiro (3.231) e Ceará (1.800). A seguir, a distribuição por Estado de casos:

SP 8895
RJ 3231
CE 1800
AM 1275
PE 1154
MG 815
SC 777
PR 756
BA 723
RS 664
DF 638
MA 445
ES 430
RN 339
PA 270
AP 242
GO 233
MT 134
MS 113
PB 111
AC 90
RR 83
AL 50
PI 50
SE 44
RO 42
TO 26

Em óbitos, também lideram São Paulo (608) e Rio (188). Em terceiro lugar está Pernambuco, com 102 mortes.

SP 608
RJ 188
PE 102
CE 91
AM 71
PR 31
MA 27
SC 24
MG 23
BA 22
RN 17
RS 16
DF 15
GO 15
PA 15
ES 14
PB 13
PI 8
AP 5
SE 4
MT 4
MS 4
AL 3
RR 3
AC 3
RO 2
TO 0

São considerados Estados com situação de emergência pelo coronavírus aqueles com incidência de casos 50% maior do que a incidência nacional (que é de 105 casos para 1 milhão de habitantes). Assim, os Estados considerados em situação de emergência são: AM (taxa de 303); AP (281); DF (209); CE (196); SP (192); e RJ (186).

Desde 19 de março, a pasta deixou de divulgar a quantidade de casos suspeitos e, desde o dia 21, passou também a considerar que há casos de transmissão comunitária do vírus em todo o país.

A transmissão comunitária ocorre quando há casos em que não é mais possível identificar a cadeia de infecção. Isso significa que o vírus está circulando livremente na população. A situação é diferente de quando há apenas casos importados ou de transmissão local, em que é possível identificar a origem da infecção.

De acordo com uma análise da Organização Mundial da Saúde (OMS) baseada no estudo de 56 mil pacientes, 80% dos infectados desenvolvem sintomas leves (febre, tosse e, em alguns casos, pneumonia), 14% sintomas severos (dificuldade em respirar e falta de ar) e 6% doença grave (insuficiência pulmonar, choque séptico, falência de órgãos e risco de morte).

Nos casos importados, os pacientes se infectaram em viagens ao exterior. Nos casos de transmissão local, os pacientes se infectaram pelo contato próximo com casos do novo coronavírus.