MP investiga em sigilo dezenas de deputados após rachadinhas no RJ

Iniciadas em 2018, elas costumam ganhar notoriedade quando a Justiça determina operações como quebras de sigilo ou prisões — como no último dia 18, quando Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador e amigo pessoal do presidente Jair Bolsonaro há 30 anos, foi preso na casa do então advogado da família presidencial em Atibaia, no interior de São Paulo.

Segundo informou à BBC News Brasil o Ministério Público (MP) fluminense, desde o início das investigações, promotores já tiveram autorização judicial para quebras de sigilo bancário e fiscal de pelo menos 10 autoridades, além do filho do presidente.

O alto volume de operações — que incluem investigações sobre membros de rivais políticos de Flávio Bolsonaro, como o deputado petista André Ceciliano — contrasta com boatos que circulam em redes sociais sobre um eventual favoritismo contra o filho do presidente nas investigações decorrentes de um relatório sobre movimentações atípicas por membros da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) em 2016.

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