Donos de bares e restaurantes cobram a reabertura dos estabelecimentos em Ribeirão

Cerca de 60% por cento desse comercio devem fechar as portas em pouco dias

Claudia Poltronieri
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Nesta quinta-feira donos de bares e restaurantes, se reunirão novamente em protesto em frente a prefeitura, pedindo a reabertura dos comércios na cidade, mesmo com as restrições da fase vermelha. Empresários reclamam de prejuízo com mercadorias compradas que está em estoque. Cerca de 60% por cento desse comercio devem fechar as portas em pouco dias.

ABRASEL afirmou que durante os avisos sobre a realização do evento, a organização também reforçou que “era imprescindível seguir as regras de distanciamento”. No entanto, o evento tomou grande proporção.

ABRASEL divulgou a seguinte nota sobre as manifestações em seu site oficial:

PREZADOS ASSOCIADOS,

No âmbito do Projeto Reconstrução, estamos discutindo e fazendo parceria com a Federação do Comércio, Associação Comercial, seccionais e outras entidades, visando reduzir restrições e obter concessões dos governos. 

No mesmo sentido e como foi visto nos canais de TV e Jornais, o presidente nacional executivo Paulo Solmucci esteve com o Presidente da República no último dia 27 e, também com o Ministro da Economia, discutindo propostas, em especial nova oportunidade para suspensão de contratos de trabalho, adiamento de início de pagamentos no Pronampe e novas linhas de créditos. 

Em São Paulo participamos dos protestos marchando pela Av. Paulista além de diversos pronunciamentos por canais de TV, jornais impressos e mídias sociais.

Em particular protestamos contra ato do sr. governador de querer nos desqualificar como interlocutores, afirmando que morto não consome, que somos contra a vida etc. Nossos argumentos a favor das restrições são muito mais complexos, fundamentados, nossos sentimentos são justificáveis, temos motivo duplo para se preocupar com o Covid: não só perder a vida, trabalhando, mas também perder economias acumuladas em uma vida de trabalho e investidas confiando que o governo nos retribuiria com reconhecimento e segurança jurídica, que são direitos e não concessões.