LongPing High-Tech firma parceria com universidade chinesa para melhoramento de soja no Brasil

Empresa e Universidade Agrícola do Sul da China criam base no interior de São Paulo para pesquisa de novas variedades do grão

A LongPing High-Tech, empresa com forte atuação no mercado de sementes de milho no Brasil, e a Universidade Agrícola do Sul da China (SCAU) firmaram uma parceria para pesquisa de novas variedades de soja.  O programa de melhoramento faz parte da estratégia de expansão de negócios da empresa e será conduzido, em conjunto com a Universidade, na unidade de Cravinhos da companhia, localizada no interior de São Paulo.  

Como fruto da parceria, a LongPing High-Tech já recebeu germoplasma com variedades de soja da China e está em processo de finalização do envio de germoplasma brasileiro para os pesquisadores chineses. A base brasileira, equipada com laboratório de biotecnologia de ponta, estufas e áreas experimentais, já está preparada para avançar nos estudos.

“Buscamos estar sempre atualizados com as necessidades do mercado nacional e global também com a cultura da soja, que possui grande protagonismo”,  afirma o presidente Latam da LongPing High-Tech, Aldenir Sgarbossa. “Pensando em longevidade, estamos nos preparando para oferecer produtos cada vez mais competitivos e atualizados aos nossos clientes. Sendo assim, esta parceria é um passo inicial de diversificação de nosso portfólio”, complementa. 

“A China é um dos países de origem da soja, com um rico germoplasma para compartilhar. O Brasil, com décadas de sucesso em melhoramento, é um mercado global muito importante na cadeia do grão”, avalia Edimilson Linares, vice-presidente de Pesquisa e Desenvolvimento da LongPing High-Tech.

A Universidade Agrícola do Sul da China (SCAU) foi fundada em 1909 e está sediada na cidade de Guangzhou, sendo reconhecida internacionalmente por seus programas de graduação, mestrado e doutorado.

A LongPing High-Tech é líder mundial no mercado de arroz híbrido e em vegetais e milho na China, além de ter participação global em outros cultivos como trigo, algodão, girassol, canola e milheto. Fundada em 1999 e listada na Bolsa de Valores de Shenzhen em 2000, é voltada totalmente ao mercado de sementes. No Brasil, iniciou suas atividades em dezembro de 2017, com unidades de produção e polos de pesquisa distribuídos pelo País.

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